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19 de maio de 2014
tome nota na sua agenda!
Parar para pensar - eis o desafio lançado por professores, educadores e artistas que promovem actividades que criam espaço e tempo para "exercitar os músculos do pensamento". Com tantas solicitações no dia a dia, haverá ainda lugar para o pensar?
17 de maio de 2014
Augusto Carreira junta-se à nossa tertúlia
Augusto Carreira, do Departamento de Psiquiatria da Infância e Adolescência do Hospital D. Estefânia, irá juntar-se à nossa tertúlia, no próximo dia 28 de Maio.
Esperamos por si, no Teatro Rápido, a partir das 18h.
15 de maio de 2014
o direito ao pensamento
Joana Rita Sousa é formadora nas áreas da filosofia para crianças e criatividade. Desde 2008 que viaja pelo país promovendo oficinas de pensamento crítico e criativo - para crianças, jovens e até adultos. O seu projecto filocriatiVIDAde visa sensibilizar pais, educadores e professores para a importância da criação de um espaço e de um tempo para o "parar para pensar".
No dia 28 de Maio iremos contar com a sua presença na tertúlia do Fórum, onde iremos reflectir sobre o direito ao pensamento, na infância e na juventude.
7 de maio de 2014
no dia 28 de Maio vamos reflectir sobre o direito ao pensamento
A nossa tertúlia conta com a presença de Pascal Paulus, representante do MEM (Movimento da Escola Moderna).
Pascal Paulus formou-se como professor do ensino primário em 1977, em Gent (Bélgica). Começou por lecionar no ensino público na Bélgica, onde também foi co-fundador da escola “De Appeltuin”, em Leuven, baseada na pedagogia institucional.
Desde 1986 em Portugal, tornou-se sócio do MEM, uma associação de profissionais de educação com quase 50 anos de existência, da qual... integra a direção atualmente.
Pascal Paulus formou-se como professor do ensino primário em 1977, em Gent (Bélgica). Começou por lecionar no ensino público na Bélgica, onde também foi co-fundador da escola “De Appeltuin”, em Leuven, baseada na pedagogia institucional.
Desde 1986 em Portugal, tornou-se sócio do MEM, uma associação de profissionais de educação com quase 50 anos de existência, da qual... integra a direção atualmente.
A par do seu trabalho como professor em escolas de 1º ciclo, tem desenvolvido projetos de formação contínua de centrados na diferenciação pedagógica e na intervenção social, baseado nas propostas pedagógicas do MEM.
Junte-se a nós no próximo dia 28 de Maio, no Teatro Rápido, em Lisboa.
3 de maio de 2014
em torno dos lugares de risco: assim foi a tertúlia do passado dia 30 de Abril
Com a presença da Presidente da APCD - Dra. Patrícia Cipriano - e da Juíza de Direito - Dra Maria Perquilhas, iniciamos um percurso que nos levou em busca dos lugares de risco. Em casa, no recreio da escola, na vida do quotidiano: o que define um lugar de risco?
Abordamos os riscos inerentes à sociedade tecnológica dos nossos dias e àquilo a que se chamou "infância tóxica", onde há demasiada informação para processar - até para os adultos. "A casa também é um lugar de risco", afirmou a Juíza Maria Perquilhas. A Dra. Patrícia alertou para o isolamento das crianças e dos jovens e ao uso excessivo do computador ou do smartphone.
Proteger não é proibir, afirmou-se a dada altura. Há dois opostos que acabam por coincidir e que passam pela hiperprotecção e pela desprotecção total: como atingir o equilíbrio?
No dia 28 de Maio regressamos ao Teatro Rápido para mais uma tertúlia; desta vez o tema será "o direito ao pensamento".
Contamos consigo?
29 de abril de 2014
28 de abril de 2014
na quarta feira vamos falar sobre os lugares de risco
A Juíza de Direito, Dra Maria Perquilhas irá juntar-se à conversa para reflectirmos sobre os lugares de risco.
Às 18h, no Teatro Rápido.
3 de abril de 2014
a próxima tertúlia já está agendada: dia 30 de Abril, às 18h, no Teatro Rápido
Existem ou não formas de formar as nossas crianças e os nossos jovens para o risco? O risco faz parte das nossas vidas, mas há comportamentos que podem potenciar situações perigosas para os mais novos, colocando em risco a sua integridade física.
Para abordar a questão dos lugares de risco, convidamos a Dra. Patrícia Cipriano, advogada de profissão e Presidente de Direcção da APCD - Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas.
Desenvolve a sua actividade no âmbito do direito da família e menores e segurança infantil, quer no que concerne à advocacia, quer no âmbito da sua actividade na área da responsabilidade social.
Fundou a APDC em 2007 com o objectivo de apoiar jurídica e psicologicamente as famílias de crianças desaparecidas e desenvolver uma base de combate ao abuso e exploração sexual infantil.
+ info AQUI
29 de março de 2014
no passado dia 26 de Março houve tertúlia
Tivemos a presença de Margarida Gaspar de Matos, Paula Marques e Rute Borrego para reflectirmos em torno dos espaços de diversão.
As nossas convidadas partilharam connosco alguns dados que serviram de mote à reflexão: vive-se, hoje, um padrão de bebida diferente, com jovens a beber mais quantidade e ao fim de semana. A este propósito. Rute Borrego - do projecto ComSumos Académicos partilhou algumas experiências de prevenção e sensibilização no ambiente universitário.
Paula Marques "recordou" os presentes que as drogas existem, sempre existiram e vão existir: as pessoas deverão, sim, ser preparadas para lidar com a sua existência. Até ao nível do desporto existe o "perigo" de encontrar os caminhos da droga. Ou seja, até nos ambientes que seriam, à partida, mais saudáveis encontramos possibilidades de risco.
Neste âmbito, qual o papel dos pais, da família, no sentido da prevenção? E o que fazer àquelas "perguntas incómodas" que as crianças ou os jovens fazem e às quais temos algum pudor em responder?
Margarida Gaspar de Matos alertou o público presente no Teatro Rápido para que se assuma a postura de "fazer parte da solução e não do problema", evitando, por exº, a informação abusiva.
Houve tempo, ainda, para falarmos dos consumos abusivos que acontecem junto dos estudantes deslocados, mas também nos adultos com mais de 65 anos.
Todos os presentes sublinharam a necessidade de aprender a lidar com a realidade, sem proibir tudo, nem permitir tudo. «Não há receitas mágicas», disse uma das nossas convidadas. E numa sociedade onde é hábito reunir em torno da mesa farta em comida e em bebida e onde até há Igrejas onde o sangue de Cristo se representa com um copo de vinho - a atitude mais ponderada é mesmo a de gerir a vontade de transgredir e regular os consumos, de forma a que esses não se tornem a única alternativa para o futuro das nossas crianças e jovens.

Voltamos a reunir as nossas tertúlias no próximo dia 30 de Abril, para abordarmos os lugares de risco. Mais informação AQUI.
24 de março de 2014
contamos com a sua presença no dia 26 de Março
No dia 26 de Março o Fórum volta a reunir-se, em forma de tertúlia, para reflectir sobre os espaços de diversão e consumos, pelas 18h, no Teatro Rápido (Rua Serpa Pinto, 14, Chiado).
De que forma é que os espaços de diversão promovem ou não os consumos de risco? - esta será uma das questões desta tertúlia, onde olharemos para os comportamentos aditivos e de dependência por parte dos mais novos.
De que forma é que os espaços de diversão promovem ou não os consumos de risco? - esta será uma das questões desta tertúlia, onde olharemos para os comportamentos aditivos e de dependência por parte dos mais novos.
Contamos com a presença de Margarida Gaspar de Matos, professora catedrática da Universidade de Lisboa, Coordenadora Nacional de um estudo sobre a saúde dos jovens (HBSC), bem como do projecto Aventura Social e do projecto Dream Teens (a iniciar) financado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Paula Marques, psicóloga clínica, com trabalho desenvolvido na área da prevenção dos comportamentos aditivos. Desde cedo se interessou pela intervenção comunitária, mais especialmente pelo trabalho com jovens em risco. Actualmente, exerce funções como assessora da Direção do SICAD.
Irá juntar-se à conversa a Rute Borrego, representante do ComSumos Académicos, um projeto de responsabilidade social do CNJ e organizações de estudantes do ensino superior.
18 de março de 2014
a próxima tertúlia conta com a presença do projecto ComSumos
Irá juntar-se à conversa a Rute Borrego, representante do ComSumos Académicos, um projeto de responsabilidade social do CNJ e organizações de estudantes do ensino superior.
28 de fevereiro de 2014
«nós somos a internet» - reflexão em torno das redes virtuais e dos espaços de vida online
Jorge Borges, Nuno Moreira e Paulo Flor foram os nossos convidados para abordar e reflectir sobre os espaços de vida online - das crianças, dos jovens e de todos nós.
Foram apresentados alguns dados relativos aos "nativos digitais", as crianças e jovens que já nascem praticamente a saber manusear os tablets e os smartphones. Jorge Borges e Nuno Moreira falaram de alguns dados estatísticos, tendo sido referido que nalguns países já há "disciplinas" de internet para bebés, a partir dos 3 anos. Ambos referiram - e Paulo Flor subscreveu esta ideia - que a tecnologia, por si, é neutra e serve tanto para o bem, como para o mal. O importante é que haja um aprendizagem de comportamentos por parte das crianças e dos jovens, acompanhada da supervisão dos pais - até dado momento, com a salvaguarda da privacidade da criança.
Na plateia chegaram-nos relatos da GNR - projecto Escola Segura - e da uma sala de jardim de infância, onde o twitter é utilizado para comunicar, bem como o blog ou o instagram. A educadora Ana Dominguez partilhou com os presentes o modo como a internet, o computador e as redes sociais são utilizadas por si, em sala de aula, com o objectivo de operacionalizar as aprendizagens.
*
Muito obrigada ao Teatro Rápido por, mais uma vez, ceder o espaço do TR Bar para a realização da nossa tertúlia.
20 de fevereiro de 2014
os espaços de vida das crianças e dos jovens: as redes virtuais | 26 de Fevereiro, 18h, no Teatro Rápido
Por ocasião do Dia Mundial da Internet Segura, a segunda tertúlia questiona-se acerca dos usos (e abusos) do universo online, por parte dos mais jovens. Questões ligadas à protecção de dados, da identidade, mas também ao uso destas ferramentas como forma lúdica e pedagógica.
Contamos com a presença de Jorge Borges, professor de Língua Portuguesa, ensino básico e secundário. No seu currículo, consta uma especialização na área TIC na educação. Encontra-se envolvido na rede de bibliotecas escolares, tendo trabalho desenvolvido no âmbito da Segurança na Internet em contexto educativo.
O Subintendente Paulo Ornelas Flor junta-se a nós para reflectir sobre o papel das redes virtuais, junto das crianças e dos jovens. O director do Gabinete de Imprensa e Relações Públicas da PSP desde 2008 é responsável pela gestão e comunicação das redes sociais da Polícia de Segurança Pública.
A nossa mesa de convidados terá ainda a presença de Nuno Moreira, do Departamento de Sociedade de Informação do Centro de Internet Segura - Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).
A moderação da tertúlia estará a cargo da jornalista Fernanda Freitas.
+ info AQUI
1 de fevereiro de 2014
os espaços de vida das crianças e dos jovens: a cidade | tertúlia
No passado dia 29 de Janeiro, o Fórum voltou a reunir-se no Teatro Rápido, em Lisboa, para mais uma tertúlia que inaugurou o II ciclo. Este será dedicado a pensar, reflectir e discutir os espaços de vida das crianças e dos jovens.
Começamos por agradecer ao Teatro Rápido o seu apoio ao Fórum e a forma como a equipa acolhe as nossas iniciativas.
Esta tertúlia contou com três convidados: o Professor Carlos Neto, da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, Sandra Nascimento, da Associação para a Promoção da Segurança Infantil e o Arquitecto Sérgio Xavier, da Câmara Municipal de Lisboa. O tema em debate foi a cidade.
Maria João Malho, do Instituto de Apoio à Criança - membro do Fórum - fez uma introdução ao tema do espaço e da cidade enquanto espaço de vida. Carlos Neto referiu que é impossível falar do espaço da cidade sem falar do corpo e da forma como nos relacionamos com ele. O espaço é um elemento de socialização e a cidade, do ponto de vista da criança, é "desesperadamente adulta" e não promove espaços de encontro e de liberdade. O Professor referiu ainda a enorme iliteracia motora dos dias de hoje, nas nossas crianças e jovens.
Sandra Nascimento sublinhou o carácter desumano da cidade que, obviamente, encerra em si muitas vantagens. Sérgio Xavier denunciou a ausência de respostas e de espaços para estar com as crianças, na cidade. Da plateia surgiu uma intervenção que lembra que, apesar de termos lugares reservados nos parques de estacionamento para deficientes, os passeios acabam por não ser inclusivos e apresentam inúmeras barreiras.
Tivemos ainda oportunidade para conhecer o projecto 2 de Maio todos os dias, pela presença de alguns alunos de arquitectura que connosco partilharam a sua experiência. Gonçalo apontou o dedo à incoerência entre a teoria e a prática, no que à arquitectura diz respeito: «a comunidade académica parece estar distante da realidade e a comunidade civil também não alerta para estas questões». O grupo de alunos "fez-se à pista" - para utilizar uma expressão do Gonçalo - e partiu para o terreno. Um dos objectivos do projecto passa por «dar voz ao Bairro e aos moradores, objectivando-se uma participação dos mesmos nas diversas actividades, desde a construção à limpeza do Bairro».
Fazemos nossas as palavras do Professor Carlos Neto e apontamos aqui algumas linhas para reflexão:
- a necessidade urgente de concepção ecológica de organização do espaço da cidade;
- o trabalho que há por fazer ao nível da informação e da formação dos pais, sensibilizando para o tempo para a participação lúdica;
- o estímulo à participação democrática e necessidade de ouvir as crianças;
- ao nível do planeamento urbano: respeitar a diversidade física e a cultura do espaço em si;
- a criação de um plano para a actividade motora, lúdica e física dos portugueses;
- não esquecer os espaços de jogo, de recreio e de "aventura";
- pensar o recreio escolar como um espaço para fazer amigos e para nos divertirmos.
A próxima tertúlia acontecerá no dia 26 de Fevereiro, para abordar Os espaços de vida das crianças e dos jovens: as redes virtuais, no âmbito do dia da internet segura, que se assinala a 11 de Fevereiro.
22 de janeiro de 2014
19 de dezembro de 2013
presentes: os melhores não têm embrulho
No dia 18 de Dezembro, o Fórum reuniu-se mais uma vez no Teatro Rápido, em Lisboa, para a realização da última tertúlia de 2013. O tema abordado foi "Presentes: os melhores não têm embrulho». Contamos com a colaboração da Professora Cláudia Cirilo, do Colégio das Descobertas, que orientou uma pequena oficina onde tivemos oportunidade de colocar em prática a nossa criatividade.
Fernanda Freitas assumiu a moderação de uma conversa, para a qual contamos com a presença dos seguintes convidados:
- Susana Albuquerque, representante da ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado;
- Pedro Madeira Rodrigues, pai de família numerosa e Secretário-Geral da Associação de Comércio de Lisboa;- Luísa Tavares, APEI - Associação de Profissionais de Educação de Infância.
Luísa Tavares partilhou connosco algumas experiências em âmbito escolar e que se relacionam com a questão do dar e receber: as crianças querem muito receber prendas - nomeadamente no Natal - mas a escola não se pode esquecer de trabalhar a questão do dar: por esse motivo, muitos dos presentes que são feitos pelas crianças nesta altura são para oferecer aos familiares.
Pedro Madeira Rodrigues falou da necessidade de consumo, de forma a equilibrar a economia. Salientou o Natal como uma hipótese de sairmos de nós próprios para procurar algo que irá agradar ao outro. Pai de cinco crianças, Pedro sabe o que é ter os mais pequenos à espera do Natal para receber uma prenda especial.
Susana Albuquerque sublinhou a necessidade de prática de um consumo consciente e sustentado. Todos nós desejamos muitas coisas, mas será que necessitamos de todas elas? A representante da ASFAC mostrou um pequeno exemplo prático de como podemos ensinar às nossas crianças o valor do dinheiro e sobretudo a necessidade de o gerir. Esse exemplo passa pela criação de três mealheiros: um para gastar, outro para poupar e outro para doar. Desta forma, a criança (ou o jovem - e mesmo o adulto, arriscamos a dizer) pode fazer as suas escolhas sobre o destino do dinheiro que lhe é atribuído. E sobretudo, toma consciência das consequências - se eu colocar todo o meu dinheiro no mealheiro DOAR, como faço face às minhas despesas?
Surgiu ainda uma outra ideia de presentes, sem embrulho, que são vales ou cheques (simbólicos) de abraços, de tempo, de passeios com alguém.
Cláudia Cirilo teve ainda oportunidade de partilhar connosco o seu projecto de gestão júnior, no qual as crianças têm uma família fictícia ao seu cuidado, escolhem as profissões e assumem as decisões do orçamento familiar: será que este mês podemos ir jantar fora e ir ao cinema? Temos orçamento para trocar de carro?
Foram vários os exemplos partilhados sobre a relação das crianças e dos jovens com o dinheiro e alguns princípios de gestão financeira que podem ser incutidos desde cedo.
O Fórum agradece, mais uma vez, a disponibilidade do Teatro Rápido em acolher estes momentos de conversa. Agradece também a presença de todos - convidados e público - nas nossas tertúlias. Regressamos em Janeiro!
Votos de Boas Festas
9 de dezembro de 2013
28 de outubro de 2013
tertúlia: participação das crianças e dos jovens
No passado dia 23 de Outubro, realizou-se a nossa habitual tertúlia, no Teatro Rápido, em Lisboa. Desta vez contamos com a presença dos convidados Nuno Cristóvão (Programa Escolhas) e Ivo Costa Santos (Conselho Nacional Juventude). Por questões de saúde, Catarina Tomás (Escola Superior de Educação de Lisboa) não esteve presente.
A tertúlia contou, ainda, com a participação de Nuno Trindade, Leo e Frederico: jovens que aceitaram contar, na primeira pessoa, as suas experiências no âmbito do parlamento dos jovens, das associações de jovens e do próprio programa Escolhas.
Na plateia, a presença de uma turma do 3º ano de Serviço Social, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas que, no âmbito da disciplina de Políticas de Infância e Juventude, construiu uma moldura humana acolhedora e participativa para todos os que estiveram presentes.
Os jovens tiveram oportunidade de falar na forma como o Programa Escolhas apoia a criação de associações de jovens locais, incluídas numa estrutura de âmbito nacional que faz com que os membros escolham representantes distritais e os iniciem nos mecanismos de voto e de eleição.
Nuno Cristóvão referiu-se aos jovens como parceiros estratégicos, no que à política e à intervenção cívica diz respeito. Para isso, é necessário este tipo de trabalho de capacitação dos jovens e de sensibilização para estes mecanismos relacionados com as associações, por exemplo. Desta forma, envolvemos os jovens e partilhamos com eles a responsabilidade na tomada de decisão. Ivo Costa Santos sublinhou a importância da participação jovem, sendo necessária uma linguagem que chegue aos jovens, que se aproxime deles. Referiu a "geração facebook": que partilha e participa, mas quer manter a sua identidade (o seu perfil) .
Surgiram questões relacionadas com as crianças com deficiência e com necessidades especiais: como é que se integram no movimento juvenil? Ivo, um jovem presente na plateia, referiu o caso da Associação Jovem Valor e um caso de um jovem com deficiência que tem contribuído de forma muito activa para o movimento associativo.
«Se eu não fizer por nada, ninguém vai fazer por mim» - disse Nuno Trindade, sublinhando a necessidade dos jovens participarem através de estruturas como o programa Escolhas, envolvendo o mais possível a comunidade que os rodeia, numa perspectiva de participação intergeracional.
Durante o mês de Novembro não teremos tertúlia, uma vez que vamos assinalar o aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, no dia 20 de Novembro.
Regressamos às tertúlias no dia 18 de Dezembro, com o tema Presentes: os melhores não têm embrulho.
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