3 de abril de 2014

a próxima tertúlia já está agendada: dia 30 de Abril, às 18h, no Teatro Rápido



Existem ou não formas de formar as nossas crianças e os nossos jovens para o risco? O risco faz parte das nossas vidas, mas há comportamentos que podem potenciar situações perigosas para os mais novos, colocando em risco a sua integridade física.


Para abordar a questão dos lugares de risco, convidamos a Dra. Patrícia Cipriano, advogada de profissão e Presidente de Direcção da APCD - Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas.

Desenvolve a sua actividade no âmbito do direito da família e menores e segurança infantil, quer no que concerne à advocacia, quer no âmbito da sua actividade na área da responsabilidade social.

Fundou a APDC em 2007 com o objectivo de apoiar jurídica e psicologicamente as famílias de crianças desaparecidas e desenvolver uma base de combate ao abuso e exploração sexual infantil.

+ info AQUI


29 de março de 2014

no passado dia 26 de Março houve tertúlia

 
 
Tivemos a presença de Margarida Gaspar de Matos, Paula Marques e Rute Borrego para reflectirmos em torno dos espaços de diversão.
 
As nossas convidadas partilharam connosco alguns dados que serviram de mote à reflexão: vive-se, hoje, um padrão de bebida diferente, com jovens a beber mais quantidade e ao fim de semana. A este propósito. Rute Borrego - do projecto ComSumos Académicos partilhou algumas experiências de prevenção e sensibilização no ambiente universitário.
 


 
 
Paula Marques "recordou" os presentes que as drogas existem, sempre existiram e vão existir: as pessoas deverão, sim, ser preparadas para lidar com a sua existência. Até ao nível do desporto existe o "perigo" de encontrar os caminhos da droga. Ou seja, até nos ambientes que seriam, à partida, mais saudáveis encontramos possibilidades de risco.
 
Neste âmbito, qual o papel dos pais, da família, no sentido da prevenção? E o que fazer àquelas "perguntas incómodas" que as crianças ou os jovens fazem e às quais temos algum pudor em responder?
 
Margarida Gaspar de Matos alertou o público presente no Teatro Rápido para que se assuma a postura de "fazer parte da solução e não do problema", evitando, por exº, a informação abusiva.
 


 
Houve tempo, ainda, para falarmos dos consumos abusivos que acontecem junto dos estudantes deslocados, mas também nos adultos com mais de 65 anos.
 
Todos os presentes sublinharam a necessidade de aprender a lidar com a realidade, sem proibir tudo, nem permitir tudo. «Não há receitas mágicas», disse uma das nossas convidadas. E numa sociedade onde é hábito reunir em torno da mesa farta em comida e em bebida e onde até há Igrejas onde o sangue de Cristo se representa com um copo de vinho - a atitude mais ponderada é mesmo a de gerir a vontade de transgredir e regular os consumos, de forma a que esses não se tornem a única alternativa para o futuro das nossas crianças e jovens.
 

 
 
 
Voltamos a reunir as nossas tertúlias no próximo dia 30 de Abril, para abordarmos os lugares de risco. Mais informação AQUI.