até Julho estaremos no Teatro Rápido (Rua Serpa Pinto, 14, Chiado)
29 de abril de 2014
28 de abril de 2014
na quarta feira vamos falar sobre os lugares de risco
A Juíza de Direito, Dra Maria Perquilhas irá juntar-se à conversa para reflectirmos sobre os lugares de risco.
Às 18h, no Teatro Rápido.
3 de abril de 2014
a próxima tertúlia já está agendada: dia 30 de Abril, às 18h, no Teatro Rápido
Existem ou não formas de formar as nossas crianças e os nossos jovens para o risco? O risco faz parte das nossas vidas, mas há comportamentos que podem potenciar situações perigosas para os mais novos, colocando em risco a sua integridade física.
Para abordar a questão dos lugares de risco, convidamos a Dra. Patrícia Cipriano, advogada de profissão e Presidente de Direcção da APCD - Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas.
Desenvolve a sua actividade no âmbito do direito da família e menores e segurança infantil, quer no que concerne à advocacia, quer no âmbito da sua actividade na área da responsabilidade social.
Fundou a APDC em 2007 com o objectivo de apoiar jurídica e psicologicamente as famílias de crianças desaparecidas e desenvolver uma base de combate ao abuso e exploração sexual infantil.
+ info AQUI
29 de março de 2014
no passado dia 26 de Março houve tertúlia
Tivemos a presença de Margarida Gaspar de Matos, Paula Marques e Rute Borrego para reflectirmos em torno dos espaços de diversão.
As nossas convidadas partilharam connosco alguns dados que serviram de mote à reflexão: vive-se, hoje, um padrão de bebida diferente, com jovens a beber mais quantidade e ao fim de semana. A este propósito. Rute Borrego - do projecto ComSumos Académicos partilhou algumas experiências de prevenção e sensibilização no ambiente universitário.
Paula Marques "recordou" os presentes que as drogas existem, sempre existiram e vão existir: as pessoas deverão, sim, ser preparadas para lidar com a sua existência. Até ao nível do desporto existe o "perigo" de encontrar os caminhos da droga. Ou seja, até nos ambientes que seriam, à partida, mais saudáveis encontramos possibilidades de risco.
Neste âmbito, qual o papel dos pais, da família, no sentido da prevenção? E o que fazer àquelas "perguntas incómodas" que as crianças ou os jovens fazem e às quais temos algum pudor em responder?
Margarida Gaspar de Matos alertou o público presente no Teatro Rápido para que se assuma a postura de "fazer parte da solução e não do problema", evitando, por exº, a informação abusiva.
Houve tempo, ainda, para falarmos dos consumos abusivos que acontecem junto dos estudantes deslocados, mas também nos adultos com mais de 65 anos.
Todos os presentes sublinharam a necessidade de aprender a lidar com a realidade, sem proibir tudo, nem permitir tudo. «Não há receitas mágicas», disse uma das nossas convidadas. E numa sociedade onde é hábito reunir em torno da mesa farta em comida e em bebida e onde até há Igrejas onde o sangue de Cristo se representa com um copo de vinho - a atitude mais ponderada é mesmo a de gerir a vontade de transgredir e regular os consumos, de forma a que esses não se tornem a única alternativa para o futuro das nossas crianças e jovens.

Voltamos a reunir as nossas tertúlias no próximo dia 30 de Abril, para abordarmos os lugares de risco. Mais informação AQUI.
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