3 de maio de 2014

em torno dos lugares de risco: assim foi a tertúlia do passado dia 30 de Abril


Com a presença da Presidente da APCD - Dra. Patrícia Cipriano - e da Juíza de Direito - Dra Maria Perquilhas, iniciamos um percurso que nos levou em busca dos lugares de risco. Em casa, no recreio da escola, na vida do quotidiano: o que define um lugar de risco?

Abordamos os riscos inerentes à sociedade tecnológica dos nossos dias e àquilo a que se chamou "infância tóxica", onde há demasiada informação para processar - até para os adultos. "A casa também é um lugar de risco", afirmou a Juíza Maria Perquilhas. A Dra. Patrícia alertou para o isolamento das crianças e dos jovens e ao uso excessivo do computador ou do smartphone.

Proteger não é proibir, afirmou-se a dada altura. Há dois opostos que acabam por coincidir e que passam pela hiperprotecção e pela desprotecção total: como atingir o equilíbrio?

No dia 28 de Maio regressamos ao Teatro Rápido para mais uma tertúlia; desta vez o tema será "o direito ao pensamento".

Contamos consigo?

3 de abril de 2014

a próxima tertúlia já está agendada: dia 30 de Abril, às 18h, no Teatro Rápido



Existem ou não formas de formar as nossas crianças e os nossos jovens para o risco? O risco faz parte das nossas vidas, mas há comportamentos que podem potenciar situações perigosas para os mais novos, colocando em risco a sua integridade física.


Para abordar a questão dos lugares de risco, convidamos a Dra. Patrícia Cipriano, advogada de profissão e Presidente de Direcção da APCD - Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas.

Desenvolve a sua actividade no âmbito do direito da família e menores e segurança infantil, quer no que concerne à advocacia, quer no âmbito da sua actividade na área da responsabilidade social.

Fundou a APDC em 2007 com o objectivo de apoiar jurídica e psicologicamente as famílias de crianças desaparecidas e desenvolver uma base de combate ao abuso e exploração sexual infantil.

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